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Mulher, mulher

quinta-feira, 11 de março de 2010

Por Marizé Vieira

Segundo a Bíblia, o homem foi criado do barro, e de uma de suas costelas, surgiu a mulher. Desde então, a mulher, como ser social, carrega um estigma. A interpretação errônea da ordem divina de que a mulher deve obediência ao homem, tornou-se um fardo ao longo dos séculos, carregado com muita luta até os dias atuais.

Da figura primitiva, na qual era colocada como um simples objeto de prazer, a figura de uma sociedade em formação, na qual se tornara instrumento de reprodução, ao que hoje tenta tomar um lugar digno na sociedade, que imputa barreiras, estas sempre difíceis, mas não impossíveis de se saltar.

Segundo Barbieri (1991), "ao procurar controlar o corpo da mulher também se visa o controle e a direção do seu próprio trabalho, o que seria uma das necessidades daqueles que querem evitar que estas tenham possibilidade de controlar a sociedade ou exigir reconhecimento de suas funções".

Já se passaram 100 anos do histórico dia 8 de março de 1857, quando cerca de 130 tecelãs de uma fábrica em Nova Iorque (EUA) entraram em greve, reivindicando um diminuto em sua carga trabalhista de 16 para 10h, um salário melhor e dignidade. Trancadas dentro da fábrica, foram queimadas, morrendo carbonizadas. A data tornou-se, 63 anos depois, memorial da luta feminina, sendo instituído o dia internacional da mulher, data oficializada em 1975, pela ONU. O dia da Mulher surgiu assim, de uma luta por direitos, no qual não se pedia simplesmente igualdade, mas dignidade, o direito de ser considerada gente.

A sociedade moderna trouxe consigo não apenas adventos tecnológicos, mas oportunidades, essas antes mais que oprimidas, da mulher lutar por direitos, talvez não iguais ao homem (não querendo ser machista), mas direitos de também ter voz perante a sociedade em que vivemos, julgada democrática, em que o povo, a mulher fazendo parte dele, tem voz.

Para Paiva (1989), "as mulheres devem cumprir hoje todas as tarefas antes desempenhadas apenas pelos homens, mas deseja-se que mantenham todas as suas velhas atribuições e aquela mesma feminilidade a elas atribuída historicamente".

Dizer que hoje a mulher conquistou seu lugar na sociedade seria no mínimo um equívoco. A luta por um lugar digno continua. Preconceitos ainda são levantados diariamente. Para muitos, o lugar da mulher é apenas em casa, construindo e cuidando de uma família. Porém, junto com a modernidade das coisas, a mulher também quer evoluir, não saindo de seu papel importante no seio da família, mas também adquirindo direitos fora dela, seja ele no meio acadêmico, esportivo, empresarial, político etc.



Referências

BARBIERI, T. Sobre La categoría género. Una introducción teórico-metodológica. In: AZEREDO, S. & STOCKLE, V. (org). Direitos Reprodutivos. São Paulo, FCC/DPE, 1991, 25-45.

KNIJNIK, Jorge D., VASCONCELLOS, Esdras G. Sem impedimento: o coração aberto das mulheres que calçam chuteiras no Brasil.

PAIVA, V. Evas, Marias, Liliths… as voltas do feminino. São Paulo, Brasiliense, 1989.

Calouros, sejam bem vindos!

segunda-feira, 8 de março de 2010


É dado o inicio de mais um ano letivo na UFMA, e com ele, a chegada dos calouros. O curso de comunicação social/jornalismo preparou uma semana inteira de atividades para recepcionar os novos alunos. A semana de integração do curso contará com oficinas, atividades culturais e muita, muita interatividade.

Na tarde de hoje, “os palhaços do circo sem futuro”, mais conhecidos como veteranos, encenaram comicamente a realidade da universidade que recepciona os novatos. Cheios de sonhos, algumas ilusões, eles precisam estar a par do que acontece neste picadeiro chamado UFMA.

Que sejam bem vindos os calouros, e que sejam produtivos, não apenas na individualidade dos estudos, mas para o curso, para a Universidade, e principalmente, para a sociedade que os aguarda.

Lugar de mulher


Embora já tenhamos muitos avanços no reconhecimento e respeito pela mulher, muita luta ainda precisa ser travada. O preconceito ainda existe, e para não entrarmos em outros âmbitos, já que não é o caso, vamos falar da participação feminina na política nacional.

Os estudos sobre a participação política das mulheres e a maneira como elas têm sido representadas pelos meios de comunicação e pelos eleitores oferecem algumas pistas para compreendermos as dificuldades envolvidas em uma participação política feminina mais efetiva.

Pesquisas têm sistematicamente mostrado que, enquanto a aceitação das candidatas mulheres tem crescido, os preconceitos e estereótipos de gênero continuam atuantes, e isso mesmo em países desenvolvidos como os Estados Unidos, com um importante histórico de participação feminina na política.

Por aqui, o que vemos é uma presença dominante masculina na ocupação dos cargos públicos. Não podemos pensar, entretanto, que se trata de uma opção nacional. Vamos analisar o outro lado da moeda.

A mídia propaga cada vez mais o homem hegemônico, dominador da participação política, das decisões fundamentais. A imagem masculina está ligada ao “importante” e a da mulher ao “supérfluo”. É fácil vermos isso nos jornais diários, na cobertura televisiva dos fatos econômicos e políticos que têm figuras masculinas como seus protagonistas, ou na presença maciça das mulheres nos noticiários de entretenimento, culinária, etc.

A baixa participação das mulheres no plano político não deve ser entendida como resultado de seu desinteresse ou apenas de um veto de gênero por parte dos partidos. Essa participação tem como um de seus vetores o confronto entre os diferentes trajetos usualmente percorridos pelas mulheres e a maneira como se faz a política no Brasil.

Os estereótipos precisam ser quebrados, as mulheres precisam batalhar ainda seu espaço, não apenas na política, e o eleitor precisa estar atento ao que a mídia veicula, já que é ela a maior responsável pela disseminação das representações da realidade sócio-econômica e da imagem das mulheres, influenciando a formação da opinião pública em diferentes circunstâncias, inclusive durante o processo eleitoral.


Fonte: Claudia Maria Finamore e João Eduardo Coin de Carvalho

Oscar 2010 - surpresas de uma noite especial

A aventura de ficção científica "Avatar" é o filme de maior bilheteria da história com 2,5 bilhões de dólares de arrecadação nas bilheterias, e era o favorito para ganhar o Oscar de melhor filme, mas, contrariando as perspectivas ou “premonições”, levou apenas três estatuetas, e em categorias técnicas -- efeitos visuais, fotografia e direção de arte.

Entre o espetáculo visual e o drama real de um esquadrão especializado no desmonte de bombas, quem levou a melhor "Guerra ao Terror", de Kathryn Bigelow.

O filme sobre o conflito no Iraque foi o destaque da cerimônia do Oscar 2010 com seis prêmios, incluindo o de melhor filme e melhor direção, numa concorrência acirrada contra o ex-marido James Cameron, Kathryn saiu vencedora.

O veterano Jeff Bridges ganhou o Oscar de melhor ator por sua interpretação de um cantor country no drama "Coração Louco". Filho do astro de Hollywood Lloyd Bridges, ele levantou o troféu acima da cabeça, olhando para o céu e agradecendo seus falecidos pais.

Sandra Bullock, que no mesmo dia do Oscar recebeu um “premio” de pior atriz, recebeu o oscar de melhor atriz por "Um Sonho Possível", o primeiro vencido pela atriz uma vez apelidada de "a queridinha da América" por conquistar tantos fãs por suas comédias românticas. Meryl Streep, em sua 16° indicação, mais uma vez ficou para trás, contrariando as expectativas de muitos fãs.

O drama "Preciosa - Uma História de Esperança" ganhou dois Oscars: melhor atriz coadjuvante com Mo'Nique e melhor roteiro adaptado com Geoffrey Fletcher, que tornou-se o primeiro afro-americano a conseguir a honraria.

Mo'Nique, mais conhecida por seus papeis em comédias "stand-up" e em televisão, era considerada a favorita para levar o prêmio da Academia. Ela interpretou uma mãe abusiva em um drama urbano sobre uma jovem mulher superando enormes obstáculos para melhorar sua vida.

Christoph Waltz venceu o Oscar de melhor ator coadjuvante por seu papel como um perigoso nazista na história de vingança "Bastardos Inglórios". Foi o primeiro Oscar do ator austríaco de 53 anos. Ele era considerado o favorito, após ter conquistado outros prêmios, incluindo melhor ator no Festival de Cannes e um Globo de Ouro.

"Up - Altas Aventuras" levou o prêmio de melhor Animação, além de trilha sonora. O filme sobre um velhinho que amarra balões a sua casa e voa para uma aventura com um jovem menino, esteve entre os filmes que receberam as melhores críticas no ano, e o diretor Pete Docter agradeceu a seus colegas e o estúdio Disney-Pixar que colocou seu filme em uma longa linha de sucessos de animação.

A apresentação foi um espetáculo à parte. Sob o comando de Alec Baldwin e Steve Martin, as risadas foram garantidas.

Mas a sensação foi quando o ator de comédia Ben Stiller apareceu maquiado em azul falando a língua nativa dos personagens de "Avatar".


Fonte: RedeBrasil

Nem toda Maria vai com as outras

quinta-feira, 4 de março de 2010

Por Jenifer Pessoa, Juliana Neves, Marizé Vieira e Príscila Gama
(Texto originalmente publicado no jornal O Progresso em 16.12.2007
)


Há algo que marca nossa gente, que nos torna mais brasileiros: a nossa fé! Falar de fé é sempre um assunto atual. Vivemos em um país marcado por um sincretismo religioso, onde todos têm oportunidade de viver sua religiosidade sem grandes pressões.

É nesse contexto que falaremos dos movimentos neo-pentecostais, dessas novas igrejas protestantes que saíram do estereótipo dos templos antigos e passaram a ocupar antigas salas de cinemas, teatros, galpões... Num estilo inovador, os cultos dessas igrejas mais parecem um espetáculo. As atrações vão desde bandas de músicas, encenações teatrais, além dos mais diversos rituais.

Se há uma palavra que pode definir nossa impressão ao entrar em uma dessas igrejas, aqui mesmo em Imperatriz, essa palavra é surpresa! Sim, tudo era novo para nós. Foi assim que resolvemos utilizar os conhecimentos adquiridos nas aulas de antropologia e passamos a relativizar.

A partir daí tudo ficou mais claro, como se uma janela se abrisse diante de nossos olhos, antes influenciados por uma visão preconceituosa.

Os fiéis começam a chegar ao templo, semblantes cansados, preocupados, sofridos. São, na maioria, mulheres e idosos. Chegam com umas rosas vermelhas nas mãos, fotografias, sacolas de roupas. O culto começa e as luzes da igreja se apagam. Há uma grande cruz vermelha no centro, onde as pessoas passam e imploram por uma resposta dos céus. Os pastores reforçam a fé dos fiéis com palavras de ânimo e força.

Algo nos chama a atenção, eles parecem brigar com Deus, não são abnegados. Gritam: “Deus, eu te desafio! Eu exijo!” São ousados na oração. Testemunham milagres, cura de enfermidades, quitação de dívidas. Falam do poder da rosa ungida, que para eles simboliza Jesus, a rosa de Sarom. A impressão que nos dá é que Deus está ali apenas para atender aos seus desejos, sem receber nada em troca a não ser a fé. Isso a princípio, porque mais tarde descobriríamos o preço de tudo isso. Aliás, quem disse que a fé não tem preço?

Ora, se não fora esse o problema que surgira no decorrer da pesquisa, quando já éramos freqüentadores assíduos dos rituais: o débito que contraímos junto a Igreja em estudo que, a cada culto, nos fazia pegar envelopes para depósito de quantias assustadoras para a próxima sessão. O não pagamento destas quantias estipuladas previamente gerava um constrangimento social e colocava nosso grupo em uma situação delicada podendo interromper a pesquisa, ao mesmo tempo em que nos fazia pensar na argumentação de muitos estudiosos de que as instituições sociais compõem um emaranhado possuindo, cada uma, autonomia relativa. Assim, parece-nos ocorrer com a religião e a economia que se encontram sob um mesmo teto transformando o templo de fé numa importante empresa, templo maior da contemporaneidade.

Depois de tudo, débito contraído, pesquisadores sem dinheiro para “contribuir” com as sessões, deixamos de ir ao templo, sem concluir a pesquisa e sem participar das sessões de descarrego, especialmente a nossa colega Maria, participante assídua de todas as sessões, para quem a dívida já acumulava um bom montante. Como nem toda Maria vai com as outras, não pagamos. Partimos e deixamos o templo no lugar onde o encontramos: no meio do comércio imperatrizense. Lugar mais adequado não existiria.

E se fossemos medir o valor de tudo isso, a satisfação com que os fiéis saem do templo, a esperança em cada olhar, concluiríamos que a fé tem preço, sim. E um preço alto! E em verdade, em verdade vos digo: felizes daqueles que podem pagar.

Condenada

terça-feira, 2 de março de 2010

A rede Globo foi condenada a pagar 200 salários mínimos ao assessor de imprensa da Justiça Federal em São Paulo, Márcio Silva Novaes, que hoje trabalha na Rede Record. O caso começou no ano 2000, quando o assessor distribuiu nota à imprensa sobre o recebimento de denúncia criminal contra o ex-juiz Nicolau do Santos Neto, condenado por desvio de verbas públicas destinadas à construção da sede do Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo. Além dele, mais dois foram denunciados: Monteiro de Barros e José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz.

A emissora noticiou no Jornal Nacional que a denúncia também fora recebida contra Maria da Glória Beirão dos Santos, mulher de Nicolau, e que teria sido até decretada a sua prisão. Quando a emissora percebeu o erro, mesmo informada do equívoco, noticiou no dia seguinte que a informação incorreta havia sido transmitida por culpa do então assessor de imprensa.

Na ação, o jornalista demonstrou que não teve relação com o erro, já que os outros veículos como a Record, Folha de S.Paulo e Estadão receberam a mesma informação e a divulgaram de maneira correta. Por isso, ele pediu indenização por dano moral.

O relator, desembargador José Joaquim dos Santos, que preside a 6ª Câmara, destacou que ficou claro no texto do assessor que não fora recebida denúncia contra a mulher do juiz aposentado. A Globo deveria ter apurado o ocorrido e não anunciado que a informação foi transmitida incorretamente pelo assessor de imprensa, registrou o desembargador.

Ele concluiu que o valor arbitrado na primeira instância deve ser mantido. “Não se vê como, ademais, reduzir o valor estipulado. Leva-se em conta a grande repercussão que tem a matéria ofensiva à reputação profissional do autor, considerando que a divulgação dá-se no âmbito do Jornal Nacional, sabidamente de grande audiência, como, aliás, por ela é apregoado”, finalizou o relator, ao negar recurso da emissora.

Fonte: Fazendo Média

Texto publicado originalmente no Consultor Jurídico, no dia 01/03/10.

Prefeitura mantém programa ativo na área de infraestrutura

segunda-feira, 1 de março de 2010


A Prefeitura de Imperatriz vem vencendo a crise proporcionada pela queda do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) mantendo no centro e bairros um programa ativo na área de infraestrutura com o objetivo de melhorar o aspecto urbano da cidade. Nem mesmo as chuvas constantes do período invernoso diminuíram as ações que ora são desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra) com operação tapa-buracos, drenagens e pavimentação de ruas.

O secretário da Infraestrutura, Roberto Alencar, informa que, mesmo com dificuldades, o governo Madeira mantém pelo menos 20 frentes de serviço na cidade. “Só diminuímos um pouco o ritmo por causa das chuvas, mas não paramos”, informou.

Acompanhando o secretário Roberto Alencar, a reportagem constatou serviços desenvolvidos por equipes da Sinfra, as quais estão espalhadas por toda a zona urbana e rural do município. Uma equipe trabalha atualmente na operação tapa-buracos nas ruas Godofredo Viana e Leôncio Pires Dourado, centro da cidade, além de serviços de drenagem que eliminarão o problema crônico de alagamento da Rua Euclides da Cunha, no bairro Vila Nova.

Roberto Alencar afirmou que, por determinação do prefeito Sebastião Madeira, duas equipes da conhecida e elogiada operação tapa-buracos vão trabalhar permanentemente na recuperação das ruas centrais da cidade, enquanto não se inicia a obra de revitalização das Avenidas Getúlio Vargas e Dorgival Pinheiro de Sousa. A intenção do prefeito Madeira com a revitalização dessas importantes avenidas é proibir o estacionamento da Getúlio Vargas para dar mais vazão e agilidade no trânsito central.

Enquanto isso, uma equipe da Sinfra trabalha na pavimentação da Rua Santa Teresa realizando os serviços de meio-fio e sarjeta, alargando a rua para nove metros. Com a conclusão dessa obra, a rua passará a denominar-se Avenida Santa Teresa, uma vez que a realização dessa importante obra, de acordo com o prefeito Sebastião Madeira, tem o objetivo de desafogar o trânsito da Avenida Bernardo Sayão que, com a inauguração da Avenida Santa Teresa, passa a ter mão única, o que certamente vai colaborar com o trânsito da Nova Imperatriz.

Outras equipes trabalham na limpeza e revitalização das Praças Emiliano Melo de Azevedo (Entroncamento), Vicente Fitz e Ubiratan Menezes, bem como na desobstrução de bocas de lobo das ruas centrais que geralmente são tapadas com a ação das chuvas. De acordo ainda com o secretário Roberto Alencar, equipes da Sinfra realizam a terraplanagem da estrada do Cacauzinho, limpeza do riacho Bacuri (Centro), canalização e limpeza do riacho Capivara, com passagem na Vila Cafeteira.

A Sinfra mantém ainda a limpeza permanente das margens da rodovia Belém-Brasília, no perímetro compreendido entre a ponte do riacho Cacau ao Quartel do 50º BIS. Realiza também a recuperação de uma ponte de madeira na Rua Godofredo Viana, bairro Bacuri; pavimenta várias ruas importantes do citado bairro e trabalha na conclusão de uma galeria no riacho Capivara, na Vila Cafeteira.

Construção de casas e escolas e melhorias nos hospitais – Em parceria com o governo federal, a prefeitura de Imperatriz trabalha na conclusão das 400 casas do PAC – Recanto Universitário, bem como na conclusão de 65 casas na Vila Fiquene, do Programa Habitação de Interesse Social. Na zona rural conclui a Escola JK, no povoado Petrolina, cuja obra foi entregue ontem pela manhã para a comunidade. Conclui, ainda, a Escola Maria das Neves Marques de Sousa, na Vila Castelo, que será entregue em março, e a José Queiroz, em fase de conclusão na Vila Vitória, essas últimas iniciadas no governo passado; e deu início aos serviços de melhorias físicas dos hospitais Socorrão e Socorrinho.

Fonte: O progresso, Notíticas de Imperatriz

Lava pratos em João Lisboa - Sucesso absoluto


Mais de 35 mil pessoas, estiveram presentes neste fim de semana, no “Carnaval do Lava – Pratos”, na cidade de João Lisboa – distante 12 km de Imperatriz – na Região Tocantina.

O evento acontece na Avenida Industrial, sendo promovido pela prefeitura de João Lisboa com apoio do Governo do Maranhão.

Foliões vindos de várias cidades da região, se divertiram ao som do melhor do axé e do pagode, ‘puxados’ por dois trios elétricos, além de várias atrações no palco fixo, instalado no final do corredor da folia. Nem mesmo a chuva, acabou com o ânimo dos brincantes e a festa, só terminou nas primeiras horas da madrugada deste domingo, 28.

Esta é a 18° edição da festa, que já se consolidou com uma das mais tradicionais festividades carnavalescas fora de época do estado. “Hoje, o ‘lava – pratos’ de João Lisboa, já se equipara ao de São José de Ribamar, tanto pela importância, como pela quantidade de público e nossas expectativas para esse ano, já foram superadas”, destacou o prefeito do município, Emiliano Menezes.

Menezes, fez questão também de agradecer o apoio do Governo do Estado, “sem o qual, não seria possível realizar um evento dessa grandiosidade, com a qualidade de atrações e a estrutura necessária que os brincantes merecem”, finalizou.
Justificar

Atrações

Entre as atrações do primeiro dia, 27, destaque para os shows de Fabrícia e banda – no trio Executivo e Baétz Elétrica – a bordo do trio Terra Mar.

Fabrícia cantou seus principais sucessos, colocando o público para dançar ao som dos melhores ritmos do axé.

Já a Baétz Elétrica, banda de Imperatriz, mais uma vez provou porque é uma das melhores do Maranhão e agitou os foliões.

“O ‘lava – pratos’ aqui em João Lisboa já é um sucesso e ficamos felizes em poder participar de um grande evento como esse”, falou Kevin Costa, vocalista da banda.

Segurança

A Polícia Militar realizou uma operação envolvendo cerca de 90 homens, além da cavalaria, da Rádio – Patrulha e das forças especiais, como o GOE (Grupo de Operações Especiais) e Força Tática.

Três torres de monitoramento foram instaladas ao longo do percurso, além das barreiras de contenção, para inibir a presença de armas de fogo ou o porte de bebidas em recipientes de vidro.
Para o tenente coronel Zanoni Porto, comandante do 3° BPM, “o folião tem vindo para as brincadeiras, com a disposição de se divertir e evitar confusões”.



Fonte: Folha do Bico

Campanha curta e grossa

domingo, 28 de fevereiro de 2010


Uma nova campanha contra o fumo lançada na França deu o que falar. A imagem de um adolescente ajoelhado na altura da cintura de um homem de terno, com o cigarro à boca demonstrando olhar de submissão e a mão do adulto colocada sobre a cabeça do jovem simulando o sexo oral causou transtornos.

A campanha foi bastante criticada por associações que defendem os direitos da família e organizações feministas, que consideraram uma ação ridícula e escandalosa ligar o tabaco ao sexo.

A Associação dos Direitos dos Não-Fumantes (DNF), que lançou a campanha, relatou que ao comparar sexo oral com o tabagismo tinha-se a intenção de mostrar que fumar é uma submissão e o apelo a felação foi somente para atrair a atenção dos jovens.

A idéia também não teve apoio dos grupos mais combativos contra o tabaco, como o Escritório francês de Prevenção do Tabagismo. O presidente da entidade, Bertrand Dautzenberg, afirmou que as imagens causariam impactos aos adultos, mas não aos jovens.

Na última terça-feira, a secretária de Estado francesa da Família, Nadine Morano, considerou uma “sugestão intolerável” e pediu a proibição da campanha, alegando “ultraje ao pudor”. "Há outros meios para explicar aos jovens que o cigarro nos torna dependentes, num momento no qual lutamos contra a pornografia e a pedofilia", declarou.

A associação Famílias da França apresentou queixa a um júri na área da publicidade e pediu cessação imediata da exposição da campanha. A associação considera que a imagem, "ambígua", deixa pensar "que se assiste a uma felação" e torna a mensagem incompreensível.

Diante de tantas reprovações e manifestações por parte das entidades e da própria sociedade a DNF desistiu da campanha e informou que a propagação dos cartazes que mostram as imagens "será limitada a ações muito pontuais já realizadas ou lançadas".

É nesse ponto que entra a seguinte questão: é ético e/ou correto utilizar de imagens relacionadas a sexo para “impactar e atrair” a atenção?


Fonte: Uol Notícias

Mais tarde eu faço

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Por André Wallyson

Aposto que neste momento, enquanto você está aqui passeando pelos textos do Agora Binhí, tem um monte de coisas pra fazer. Certo? Errado ou não, o fato é que o ser humano tem sempre essa mania de adiar, mesmo que por alguns instantes, tarefas, trabalhos, sonhos, planos, etc. Quando fui escrever o texto também “enrolei” por dias tentando “empurrar com a barriga” a tarefa de “parir” uma matéria para o blog. E isso é mais comum do que se imagina, tão comum, aliás, que existe até um termo criado para explicar esse comportamento: procrastinação, que, do latim, significa “postergar, atrasar, demorar, adiar, delongar”.

Provavelmente é daí que vem essa coisa brasileira de deixar as coisas sempre para ultima hora, isso vale não somente para a vida pessoal, mas também para profissional. Procrastinamos trabalhos escolares, relatórios da empresa onde trabalhamos, dietas, exercícios físicos, o banho no cachorro, inscrição no vestibular e até mesmo necessidades rotineiras básicas, como ir ao médico.

O psicólogo Joseph Ferrari, da Universidade De Paul, do estado americano de Illinois, estudou esse comportamento em diversos países como Austrália, Estados Unidos e Venezuela para comprovar que não se trata de algo cultural, mas de conduta própria do ser humano. “É um comportamento que é considerado tão natural na nossa sociedade que a maioria de nós começa o dia procrastinando, ao apertar aquele botão do despertador que permite que fiquemos na cama por mais cinco minutinhos”, diz. “Procrastinamos o tempo todo sem nem mesmo perceber que o fazemos”.

Viu só, é normal que se deixe algo pra depois, afinal, a vida moderna nos dá mais tarefas do que podemos cumprir em apenas um dia. Não precisa se culpar tanto, desde que se tenha bastante cuidado com o que se adia, isso pode virar uma bola de neve.

De acordo com Ferrari, temos a tendência de postergar tudo o que parece ser tedioso, demanda muito trabalho ou não nos dê prazer imediato. O pesquisador diz ainda que essa questão está ligada a nossa baixa auto estima e nossa insegurança. E, por causa delas, acabamos protelando por evitar o medo de não termos o sucesso esperado em algumas tarefas. “As pessoas com essas características são muito preocupadas com o que os outros pensam delas. Dessa forma, preferem que pensem que ela é displicente e tem problemas em se esforçar para agir do que percebam que, no fundo, elas não têm habilidade para isso”, explica.

É certo que existem pessoas que dizem gostar de trabalhar sob pressão ou resolver as coisas no limite do tempo. Estas afirmam ter um desempenho melhor dessa forma, mas é como diz o velho clichê, “porque deixar para amanhã o que você pode fazer hoje?”.



Fonte: Vida Simples


Zeca Tocantins e "O outro lado da ponte"


Cerca de 40 pessoas estiveram presentes na noite de ontem, quinta-feira 25, na Academia Imperatrizense de Letras para prestigiar o cantor, compositor e poeta Zeca Tocantins, no lançamento do livro “O outro lado da ponte”.

O lançamento, com direito a autógrafos, começou no final da tarde de ontem, por volta das 17h da tarde, e contou com alguns nomes da história literária e jornalística de Imperatriz, como José Matos Vieira e Jurivê de Macedo.

Além de falar de seu novo livro, Zeca cantou algumas de suas músicas e também falou sobre a valorização, ou mesmo desvalorização, da arte pela sociedade imperatrizense, e pela própria gama de artistas da cidade, que se fazem alheias a esse tipo de manifestação cultural. “O artista precisa se alimentar de arte”, salientou Zeca.

No final da palestra, o Presidente da Academia de Letras da cidade, Agostinho Noleto, aproveitou para divulgar aos presentes as datas já confirmadas para o SALIMP (Salão do livro de Imperatriz) deste ano, que acontecerá entre os dias 29 de maio e 6 de junho.

 

2009 ·Agora Binhí! by TNB