
Partindo de um pressuposto histórico, no qual a humanidade assistiu a evolução da concepção da arte de algo restrito à banalização mercadológica, do nascimento da indústria cultural, de sua massificação, adentremos ao mundo global vivido hoje, na intensidade do supérfluo. Sim, como diria Bauman, o mal-estar da sociedade, na qual, tudo é líquido, tudo se desfaz, com a mesma intensidade que começou.
É nessa idéia, de começar e acabar, que pode-se falar das “modinhas” que tomam conta da juventude “líquida”.
Pegando carona na última estréia, Lua Nova, continuação da saga vampiresca, percebe-se que o que mais importa são os números. O ponto de partida da saga é a história de amor entre uma estudante (humana) e um vampiro, desenrolando-se o enredo num mundo dividido entre humanos, vampiros e lobisomens, e no qual se abordam a imortalidade, o sexo, a castidade e a morte. Esta parece ser a “receita mágica” para atrair o publico adolescente.
Polêmicas à parte, O Vaticano condenou Lua Nova. Descrito como “um desvio moral” o filme foi considerado impróprio para os cristãos de acordo com a Igreja, que o definiu como esotérico. Mas ao que parece, cristão nenhum deu muita “trela” ao Vaticano.
O filme já bateu recordes de bilheteria, faturando cerca de 140 milhões de dólares nos primeiros três dias de exibição, tendo a 3ª maior bilheteria da história do cinema, perdendo apenas para Batman – o cavaleiro das trevas e Homem Aranha 3.
O que presenciamos nessas circunstâncias é a massa presa em uma “jaula” que ela mesma entrou. Joga-se muito a culpa na mídia, no poder da propaganda, na manipulação etc. Mas o que aconteceria se considerássemos que apesar do poder de influencia que a mídia exerce, somos seres humanos providos de inteligência? Poderíamos chegar à conclusão de que tudo se trata de uma escolha, ou seja, segue-se ou não, a opção é nossa.
Fontes: O fuxico , G1, O estadão
É nessa idéia, de começar e acabar, que pode-se falar das “modinhas” que tomam conta da juventude “líquida”.
Pegando carona na última estréia, Lua Nova, continuação da saga vampiresca, percebe-se que o que mais importa são os números. O ponto de partida da saga é a história de amor entre uma estudante (humana) e um vampiro, desenrolando-se o enredo num mundo dividido entre humanos, vampiros e lobisomens, e no qual se abordam a imortalidade, o sexo, a castidade e a morte. Esta parece ser a “receita mágica” para atrair o publico adolescente.
Polêmicas à parte, O Vaticano condenou Lua Nova. Descrito como “um desvio moral” o filme foi considerado impróprio para os cristãos de acordo com a Igreja, que o definiu como esotérico. Mas ao que parece, cristão nenhum deu muita “trela” ao Vaticano.
O filme já bateu recordes de bilheteria, faturando cerca de 140 milhões de dólares nos primeiros três dias de exibição, tendo a 3ª maior bilheteria da história do cinema, perdendo apenas para Batman – o cavaleiro das trevas e Homem Aranha 3.
O que presenciamos nessas circunstâncias é a massa presa em uma “jaula” que ela mesma entrou. Joga-se muito a culpa na mídia, no poder da propaganda, na manipulação etc. Mas o que aconteceria se considerássemos que apesar do poder de influencia que a mídia exerce, somos seres humanos providos de inteligência? Poderíamos chegar à conclusão de que tudo se trata de uma escolha, ou seja, segue-se ou não, a opção é nossa.
Fontes: O fuxico , G1, O estadão
13 comentários:
kkkk, pelo titulo eu achei que vocês eram fãs do filme --' Ah eu gosto, mesmo sabendo que faço parte da 'massa" enfim, eu curto o entretenimento no sentido mais certo da palavra.
26 de novembro de 2009 12:13Entretenimento Emo né? aff --' Ninguém merece...
26 de novembro de 2009 12:18Nojo daqueles adolescentes fantasiados comendo pipoca e gritando dentro do cinema ... Passo é longe!
E concordo, a escolha é de cada um mesmo. A minha é NÃO IR.
Desculpem a expressao, mas o trocadilho do titulo me fez lembrar...
26 de novembro de 2009 12:45"Massa eh bosta!"
HAHAHAHAHAHAHHAHA
26 de novembro de 2009 17:29amei
haha
Eu Já li todos os livros, e podem acreditar, é muito legal sim. E cá pra nós esse mundo já é estressante o suficiente pra gente perder nossas horas de lazer com coisas pensantes --'
26 de novembro de 2009 17:32Não li nenhum, não vou ler nenhum e não vou sentir falta de ler nenhum
26 de novembro de 2009 17:33Esses livros, pelas páginas que desfolhei, não passam de romances com personagens diferentes do habitual.
Vendem bem, cativam sobretudo o sexo feminino, mas são apenas livros da moda.
Logo logo tudo isso passa e os velhos clássicos recuperam o seu lugar.
Confesso: não sou muito de modas, não. Sou do contra!
Tem gosto pra tudo!
26 de novembro de 2009 17:35Você tocou numa ferida aberta. Adolescentes de todo o brasil leem isso e mesmo assim vc escreveu algo do tipo.
26 de novembro de 2009 18:55Realmente é como diz o blog: "Não dá pra não falar."
Concordo plenamente com o autor(a) e destaco ainda mais: Tudo isso é feito para que sejam satisfeitos os desejos de capital que oprime a indústria cinematográfica norteamericana que após passar por uma crise danada, vê nesse filme uma nova chance de se erguer.
Parabéns.
Poxa, e esse foi o livro da saga que eu mais gostei. Acredito que não deve ser tida como verdadeira a vertente que somente serve de alienação juvenil, mas também como um complemento para a literatura mundial, uma vez que a autora é formada em literatura americana e a ficção desperta a criatividade de quem os lê.
26 de novembro de 2009 22:31Não dá pra não falar!
Vai passar logo essa febre, Harry Potter passou...
26 de novembro de 2009 23:19Aff James! O melhor é Amanhecer XDDD
27 de novembro de 2009 07:57André, quem disse que Harry Potter passou?
Ainda tem gente doida atrás disso XDDD
Não que eu seja uma, oks? kkkkk
zezinha, é porq eu nunca achei alguém que me emprestasse ele :S
27 de novembro de 2009 22:05Como eu já li pela net, to esperando baratear, pra eu poder comprar
28 de novembro de 2009 22:53kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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