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terça-feira, 15 de dezembro de 2009


A chuva caiu como um balde de água fria para os promotores da festa de reinauguração da Ponte sobre o rio Tocantins. Mesmo assim, o povo foi ver Roseana Sarney e comitiva realizarem nesta terça-feira a segunda inauguração de uma única obra. No inicio do ano quando ainda sob o governo de Jackson Lago houve a primeira, antes de ele deixar o cargo. Na época, a “Ponte da Liberdade”, também chamada “Ponte da Amizade” foi inaugurada às pressas por conta da ameaça de cassação. O projeto teve início na gestão do ex-governador José Reinaldo (PSB).

Inicialmente a obra estava orçada em 104,05 milhões de reais, com recursos originários do Governo do Maranhão, mas custou mais de R$ 115 milhões de reais. Durante a construção foram gerados na Região Tocantina mais de 700 empregos diretos. Na gestão de Roseana Sarney a obra ganhou acessos, uma ponte auxiliar, sobre o Rio Cacau, e uma iluminação especial, que muda de tom ao comando de um programa de computador, o que custou um total de 12 milhões, segundo dados do governo.

Localizada na BR-235, rodovia que dá acesso aos estados do Pará, Maranhão e Piauí, a agora batizada ponte Dom Afonso Felipe Gregory é destaque no cenário nacional pela importância estratégica para o Tocantins e o restante do país. Ela interliga várias regiões produtoras de grãos à região Amazônica e para todo o Nordeste, interligando também a BR-153 e BR-010 ao corredor de exportação da Ferrovia Norte-Sul e à Hidrovia Tocantins.

Também foi entregue a Avenida Pastor Luís França, que dá acesso à ponte. "Estamos muito satisfeitos com a entrega da ponte, por isso fiz questão estar aqui com autoridades, junto com a população, pois nada mais justo do que homenagear dois homens, que dentro de suas religiões, contribuíram para a história deste município", afirmou Roseana.

Por décadas a travessia maranhão-tocantins foi feita através de uma balsa. Isso dificultou muito a interligação regional. A previsão agora é que mais de seis mil veículos trafeguem por dia pelos acessos e sobre a ponte Dom Afonso Felipe Gregory. O gerente da empresa de balsas Pipes, Jaime Fonseca, disse que deixará a cidade muito em breve. Ele ainda vai deixar uma balsa trafegando pelo rio por uma semana para testar a reação das pessoas, mas está certo que terá mesmo de trocar o município por outro onde for possível operar.

Sem maiores alardes, sem muita pompa, após muita polêmica e muito jogo político, a ponte já está aí, ao alcance de todos. E não é de enfeite!


Fonte: Imirante, Folha do Bico, Imperatriz na tela.

5 comentários:

Caty disse...

E eu que achava que ela nunca sairia nem do papel!

16 de dezembro de 2009 11:16
Carlos Leen disse...

Olha só galera do agorabihi, eu estava va la, fui fazer umas entrevistas pra um doc que a gente da praçadacultura.com ta bolando. Sinceramente eu não vi o povo la, vi os correligionarios do grupo dela (cada um num carrão melhor que outro) a impressa (em peso) e dois ônibus do jandui, cheios de crianças (oh dó). Pense numa meninada que fez barulho.
Mas cadé o povo mesmo...???
parabens pelo espaço!

16 de dezembro de 2009 11:28
James Pimentel disse...

Finalmente hein? kkkk :D

16 de dezembro de 2009 11:51
Ricardo disse...

Tenho que falar da foto. Ficou perfeita! É de vocês?

16 de dezembro de 2009 12:11
Fernando Costa disse...

"Chega de passar pela ponte, eu quero é chegar do outro lado."

17 de dezembro de 2009 11:48
 

2009 ·Agora Binhí! by TNB