
O ano passou rápido, não? Já é dezembro e de novo inúmeras famílias reunidas ou separadas comemoram o natal e as emoções do Ano Novo.
Nas ruas do comércio consumidores ávidos por comprar tiram o sossêgo dos vendedores, que de certa forma, agradecem o tão sonhado "extra" de fim de ano. Quanto mais se aproxima o dia 25 mais aumenta o número de pessoas se acotovelando pelo calçadão e nas estreitas ruas dos “camelôs” da cidade. Parece que todos tiveram a mesma idéia, comprar presentes para entes queridos. A maior mágica nisso tudo é fazer render o dinheiro ao máximo!
É engraçado, mas, as pessoas dessa sociedade pós-moderna precisam de datas para reforçar os laços de amor, amizade e companheirismo. A correria quotidiana furtou o tempo fazendo com que as relações que de fato enriquecem a vida perdessem espaço.
Gente, a vida anda tão rápida, as pessoas literalmente voam e tempo é dinheiro. Será? Vejam só esse diálogo fictício entre um produtor de vídeos e um professor de Filosofia, pode até parecer real, mas lembre-se é só um exemplo.
- Pedro: O meu vizinho merece respeito, mas as exigências profissionais advindas a partir da Globalização fazem dele meu concorrente e com esse alto índice de desemprego qualquer vacilo pode ser uma vaga perdida.
- Téo: É... Desde que mundo é mundo, muita coisa mudou. Se voltarmos nossos olhos para o passado em busca de afirmar nossa identidade, inevitavelmente produziremos uma nova identidade. Meu amigo, com o passar do tempo certas características que se alteraram, outras parecem as mesmas.
Fim de ilustração.
O homem Pós-quase-tudo, continua em seu ofício de apertar parafusos e nessa atividade ele se esqueceu de refletir sobre os mistérios de sua existência. Na tentativa de se ajustar em qualquer roteiro, planta em cada cena um jardim de depressão, próprios dos devaneios de sua imaginação criativa.
Nas ruas do comércio consumidores ávidos por comprar tiram o sossêgo dos vendedores, que de certa forma, agradecem o tão sonhado "extra" de fim de ano. Quanto mais se aproxima o dia 25 mais aumenta o número de pessoas se acotovelando pelo calçadão e nas estreitas ruas dos “camelôs” da cidade. Parece que todos tiveram a mesma idéia, comprar presentes para entes queridos. A maior mágica nisso tudo é fazer render o dinheiro ao máximo!
É engraçado, mas, as pessoas dessa sociedade pós-moderna precisam de datas para reforçar os laços de amor, amizade e companheirismo. A correria quotidiana furtou o tempo fazendo com que as relações que de fato enriquecem a vida perdessem espaço.
Gente, a vida anda tão rápida, as pessoas literalmente voam e tempo é dinheiro. Será? Vejam só esse diálogo fictício entre um produtor de vídeos e um professor de Filosofia, pode até parecer real, mas lembre-se é só um exemplo.
- Pedro: O meu vizinho merece respeito, mas as exigências profissionais advindas a partir da Globalização fazem dele meu concorrente e com esse alto índice de desemprego qualquer vacilo pode ser uma vaga perdida.
- Téo: É... Desde que mundo é mundo, muita coisa mudou. Se voltarmos nossos olhos para o passado em busca de afirmar nossa identidade, inevitavelmente produziremos uma nova identidade. Meu amigo, com o passar do tempo certas características que se alteraram, outras parecem as mesmas.
Fim de ilustração.
O homem Pós-quase-tudo, continua em seu ofício de apertar parafusos e nessa atividade ele se esqueceu de refletir sobre os mistérios de sua existência. Na tentativa de se ajustar em qualquer roteiro, planta em cada cena um jardim de depressão, próprios dos devaneios de sua imaginação criativa.
5 comentários:
"...É engraçado, mas, as pessoas dessa sociedade pós-moderna precisam de datas para reforçar os laços de amor, amizade e companheirismo."
25 de dezembro de 2009 12:55Realmente isso acontece, é por isso que várias pessoas detestam o natal, é porq somente nessa época as pessoas lembram de serem solidárias e prestarem mais atenção no próximo.
Concordo com vc James. É triste perceber que pra muitos gestos como o carinho e a solidariedade só existam no natal.
25 de dezembro de 2009 22:28mas mesmo diante deste ato falho, alegro-me. todo esforço é valido.
Será que abraçaríamos todas as pessoas que abraçamos hoje, se esse hoje não fosse o natal ?
É duro, mas a verdade dói em todos nós.
Só sei que até hoje eu como as sobras da ceia rsrs
27 de dezembro de 2009 20:08Belo texto!
30 de dezembro de 2009 11:37Parabéns a quem escreveu.
Ahhh eu não suporto o espírito natalino... ele me deprime :(
30 de dezembro de 2009 11:42Postar um comentário