Por André Wallyson
Aposto que neste momento, enquanto você está aqui passeando pelos textos do Agora Binhí, tem um monte de coisas pra fazer. Certo? Errado ou não, o fato é que o ser humano tem sempre essa mania de adiar, mesmo que por alguns instantes, tarefas, trabalhos, sonhos, planos, etc. Quando fui escrever o texto também “enrolei” por dias tentando “empurrar com a barriga” a tarefa de “parir” uma matéria para o blog. E isso é mais comum do que se imagina, tão comum, aliás, que existe até um termo criado para explicar esse comportamento: procrastinação, que, do latim, significa “postergar, atrasar, demorar, adiar, delongar”.
Provavelmente é daí que vem essa coisa brasileira de deixar as coisas sempre para ultima hora, isso vale não somente para a vida pessoal, mas também para profissional. Procrastinamos trabalhos escolares, relatórios da empresa onde trabalhamos, dietas, exercícios físicos, o banho no cachorro, inscrição no vestibular e até mesmo necessidades rotineiras básicas, como ir ao médico.
O psicólogo Joseph Ferrari, da Universidade De Paul, do estado americano de Illinois, estudou esse comportamento em diversos países como Austrália, Estados Unidos e Venezuela para comprovar que não se trata de algo cultural, mas de conduta própria do ser humano. “É um comportamento que é considerado tão natural na nossa sociedade que a maioria de nós começa o dia procrastinando, ao apertar aquele botão do despertador que permite que fiquemos na cama por mais cinco minutinhos”, diz. “Procrastinamos o tempo todo sem nem mesmo perceber que o fazemos”.
Viu só, é normal que se deixe algo pra depois, afinal, a vida moderna nos dá mais tarefas do que podemos cumprir em apenas um dia. Não precisa se culpar tanto, desde que se tenha bastante cuidado com o que se adia, isso pode virar uma bola de neve.
De acordo com Ferrari, temos a tendência de postergar tudo o que parece ser tedioso, demanda muito trabalho ou não nos dê prazer imediato. O pesquisador diz ainda que essa questão está ligada a nossa baixa auto estima e nossa insegurança. E, por causa delas, acabamos protelando por evitar o medo de não termos o sucesso esperado em algumas tarefas. “As pessoas com essas características são muito preocupadas com o que os outros pensam delas. Dessa forma, preferem que pensem que ela é displicente e tem problemas em se esforçar para agir do que percebam que, no fundo, elas não têm habilidade para isso”, explica.
É certo que existem pessoas que dizem gostar de trabalhar sob pressão ou resolver as coisas no limite do tempo. Estas afirmam ter um desempenho melhor dessa forma, mas é como diz o velho clichê, “porque deixar para amanhã o que você pode fazer hoje?”.
Fonte: Vida Simples
Aposto que neste momento, enquanto você está aqui passeando pelos textos do Agora Binhí, tem um monte de coisas pra fazer. Certo? Errado ou não, o fato é que o ser humano tem sempre essa mania de adiar, mesmo que por alguns instantes, tarefas, trabalhos, sonhos, planos, etc. Quando fui escrever o texto também “enrolei” por dias tentando “empurrar com a barriga” a tarefa de “parir” uma matéria para o blog. E isso é mais comum do que se imagina, tão comum, aliás, que existe até um termo criado para explicar esse comportamento: procrastinação, que, do latim, significa “postergar, atrasar, demorar, adiar, delongar”.
Provavelmente é daí que vem essa coisa brasileira de deixar as coisas sempre para ultima hora, isso vale não somente para a vida pessoal, mas também para profissional. Procrastinamos trabalhos escolares, relatórios da empresa onde trabalhamos, dietas, exercícios físicos, o banho no cachorro, inscrição no vestibular e até mesmo necessidades rotineiras básicas, como ir ao médico.
O psicólogo Joseph Ferrari, da Universidade De Paul, do estado americano de Illinois, estudou esse comportamento em diversos países como Austrália, Estados Unidos e Venezuela para comprovar que não se trata de algo cultural, mas de conduta própria do ser humano. “É um comportamento que é considerado tão natural na nossa sociedade que a maioria de nós começa o dia procrastinando, ao apertar aquele botão do despertador que permite que fiquemos na cama por mais cinco minutinhos”, diz. “Procrastinamos o tempo todo sem nem mesmo perceber que o fazemos”.
Viu só, é normal que se deixe algo pra depois, afinal, a vida moderna nos dá mais tarefas do que podemos cumprir em apenas um dia. Não precisa se culpar tanto, desde que se tenha bastante cuidado com o que se adia, isso pode virar uma bola de neve.
De acordo com Ferrari, temos a tendência de postergar tudo o que parece ser tedioso, demanda muito trabalho ou não nos dê prazer imediato. O pesquisador diz ainda que essa questão está ligada a nossa baixa auto estima e nossa insegurança. E, por causa delas, acabamos protelando por evitar o medo de não termos o sucesso esperado em algumas tarefas. “As pessoas com essas características são muito preocupadas com o que os outros pensam delas. Dessa forma, preferem que pensem que ela é displicente e tem problemas em se esforçar para agir do que percebam que, no fundo, elas não têm habilidade para isso”, explica.
É certo que existem pessoas que dizem gostar de trabalhar sob pressão ou resolver as coisas no limite do tempo. Estas afirmam ter um desempenho melhor dessa forma, mas é como diz o velho clichê, “porque deixar para amanhã o que você pode fazer hoje?”.
Fonte: Vida Simples
Vou fazer um comentário decente depois!
Por que deixar pra amanhã o que se pode fazer hoje né? rsrs Legal o texto!
Pois eu gosto de tudo feito às pressas, de última hora tem mais emoção o//