
Embora já tenhamos muitos avanços no reconhecimento e respeito pela mulher, muita luta ainda precisa ser travada. O preconceito ainda existe, e para não entrarmos em outros âmbitos, já que não é o caso, vamos falar da participação feminina na política nacional.
Os estudos sobre a participação política das mulheres e a maneira como elas têm sido representadas pelos meios de comunicação e pelos eleitores oferecem algumas pistas para compreendermos as dificuldades envolvidas em uma participação política feminina mais efetiva.
Pesquisas têm sistematicamente mostrado que, enquanto a aceitação das candidatas mulheres tem crescido, os preconceitos e estereótipos de gênero continuam atuantes, e isso mesmo em países desenvolvidos como os Estados Unidos, com um importante histórico de participação feminina na política.
Por aqui, o que vemos é uma presença dominante masculina na ocupação dos cargos públicos. Não podemos pensar, entretanto, que se trata de uma opção nacional. Vamos analisar o outro lado da moeda.
A mídia propaga cada vez mais o homem hegemônico, dominador da participação política, das decisões fundamentais. A imagem masculina está ligada ao “importante” e a da mulher ao “supérfluo”. É fácil vermos isso nos jornais diários, na cobertura televisiva dos fatos econômicos e políticos que têm figuras masculinas como seus protagonistas, ou na presença maciça das mulheres nos noticiários de entretenimento, culinária, etc.
A baixa participação das mulheres no plano político não deve ser entendida como resultado de seu desinteresse ou apenas de um veto de gênero por parte dos partidos. Essa participação tem como um de seus vetores o confronto entre os diferentes trajetos usualmente percorridos pelas mulheres e a maneira como se faz a política no Brasil.
Os estereótipos precisam ser quebrados, as mulheres precisam batalhar ainda seu espaço, não apenas na política, e o eleitor precisa estar atento ao que a mídia veicula, já que é ela a maior responsável pela disseminação das representações da realidade sócio-econômica e da imagem das mulheres, influenciando a formação da opinião pública em diferentes circunstâncias, inclusive durante o processo eleitoral.
Fonte: Claudia Maria Finamore e João Eduardo Coin de Carvalho
Os estudos sobre a participação política das mulheres e a maneira como elas têm sido representadas pelos meios de comunicação e pelos eleitores oferecem algumas pistas para compreendermos as dificuldades envolvidas em uma participação política feminina mais efetiva.
Pesquisas têm sistematicamente mostrado que, enquanto a aceitação das candidatas mulheres tem crescido, os preconceitos e estereótipos de gênero continuam atuantes, e isso mesmo em países desenvolvidos como os Estados Unidos, com um importante histórico de participação feminina na política.
Por aqui, o que vemos é uma presença dominante masculina na ocupação dos cargos públicos. Não podemos pensar, entretanto, que se trata de uma opção nacional. Vamos analisar o outro lado da moeda.
A mídia propaga cada vez mais o homem hegemônico, dominador da participação política, das decisões fundamentais. A imagem masculina está ligada ao “importante” e a da mulher ao “supérfluo”. É fácil vermos isso nos jornais diários, na cobertura televisiva dos fatos econômicos e políticos que têm figuras masculinas como seus protagonistas, ou na presença maciça das mulheres nos noticiários de entretenimento, culinária, etc.
A baixa participação das mulheres no plano político não deve ser entendida como resultado de seu desinteresse ou apenas de um veto de gênero por parte dos partidos. Essa participação tem como um de seus vetores o confronto entre os diferentes trajetos usualmente percorridos pelas mulheres e a maneira como se faz a política no Brasil.
Os estereótipos precisam ser quebrados, as mulheres precisam batalhar ainda seu espaço, não apenas na política, e o eleitor precisa estar atento ao que a mídia veicula, já que é ela a maior responsável pela disseminação das representações da realidade sócio-econômica e da imagem das mulheres, influenciando a formação da opinião pública em diferentes circunstâncias, inclusive durante o processo eleitoral.
Fonte: Claudia Maria Finamore e João Eduardo Coin de Carvalho
Lugar de mulher é no comando!
Melhor que 10 mulhé, só 1.000 mulhé!
shauhsuahs, tirando a brincadeira, boto maior fé na liderança feminina!
Suspiros de alívio....
Pensei que iam citar Roseana Sarney - "mulher guerreira".
Adorei o texto pelo simples fato dele ter se isentado de exemplificações.
Mulher guerreira kkkkkkkkk me acabei aqui!
Dá-lhe Dilma!
O//
Mulheres são boas em qualquer lugar... /fato.
Todos os clichês possíveis, e é claro, a merecida homenagem! Palmas para o post!