16/07/2011

Pesquisa e Extensão: Participação é importante, afirmam estudantes e professores


Para os estudantes, melhora o desempenho e enriquece ainda mais a formação. Para os formados, traduz-se num diferencial para adentrar o mercado de trabalho.

Dentre as premissas de qualquer Universidade que se preze está o investimento em projetos de pesquisa e extensão, que proporciona ao universitário o contato com uma ampla linha de conhecimentos. Para intermediar este contato, a Universidade Federal do Maranhão mantém programas de iniciação científica. Mas o que é iniciação cientifica?

Muitos recém chegados ao ensino superior não compreendem muito bem o termo, tranformam-no num “bicho de sete cabeças”. A Professora e Coordenadora do Curso de Comunicação Social/Jornalismo em Imperatriz, Roseane Pinheiro, desmitifica: “Através da pesquisa, constituída pelo estudos sobre aspectos da realidade, ajudamos a sociedade a compreender melhor o mundo, e por meio da extensão levamos todos esses conhecimentos - os já sistematizados e os novos - para a comunidade por meio de eventos, ações culturais, projetos educativos etc”.

O aluno precisa saber que sua vida acadêmica não está restrita à sala de aula, é preciso, entretanto, um maior envolvimento, saber aproveitar as oportunidades que surgem. Para conseguir uma bolsa por exemplo, deve recorrer a algum professor que participará de editais com projetos, pode entrar em contato com ele e concorrer à bolsa.

Quem já participa de grupos de pesquisa concorda que, no currículo, um projeto acadêmico faz toda a diferença, não só no contexto universitário, mas também no momento de encarar o mercado de trabalho.

“Para meu currículo, a participação em projetos de pesquisa é um grande diferencial, uma vez que, em processo seletivo de pós-graduação, mestrado etc possui um grande peso” avalia a estudante Paula de Társsia de Sousa Santos, bolsista do Pibic/CNPq, e que juntamente com a professora Roseane Pinheiro, sob a coordenação do Professor Alexandre Maciel, trabalha no Grupo Cultura e Identidade na Contemporaneidade, com a linha de pesquisa Mídia, Jornalismo e Rotinas Produtivas, onde atualmente estuda o processo de elaboração da notícia no Jornal da Difusora, da TV Difusora Sul.

Sobre o grupo que integra, a professora explica “O foco é apreender a fundo todo o processo jornalístico, como um fenômeno complexo, que só pode ser entendido dentro de contextos específicos, com as ações de todos os sujeitos envolvidos: jornalistas, cidadãos, empresários, políticos, etc. O jornalismo é resultado do seu tempo, de todas as forças sociais que o fazem, daí sua relevância para a organização da sociedade”.

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