04/09/2011

Para quem esteve na SECA


Foto: A.Wagner Aurélio


A educação, ao longo da história, sempre serviu de aparelho ideológico à reprodução, à manutenção e/ou transformação da dinâmica social. Em tempos de globalização, tende a ser cada vez mais redimensionada de acordo com o olhar dos neoliberais para que o projeto global de lucratividade e de exclusão social não sofra muitas resistências.

O estudante que chega hoje à Universidade Pública precisa e deve conhecer sua estrutura, estar preparado para pensar criticamente, ser um colaborador no processo educacional, e não simplesmente consumidor de conhecimento.

“A universidade pública já provou historicamente que desenvolveu a sensibilidade de ler a realidade do homem, além, muito além, do discurso oral e escrito, fazendo incursões profundas procurando decifrar e medir a capacidade de assimilação com o acervo teórico acumulado a partir da leitura de diferentes alternativas metodológicas, as regiões fronteiriças deverão ser consideradas efetivamente laboratórios vivos e abertos. No papel de aprendiz o estudante será também o informante de seu processo educativo, isto é, formativo” - Silva, 1998, p. 212-216.

Pensando nisso e em outras questões pertinentes, o coletivo SIMBORA, grupo formado por estudantes do curso de comunicação social da Universidade Federal do Maranhão mobilizou a segunda “Seca” – Semana dos calouros.

Durante três dias os recém chegados colegas do curso tiveram a oportunidade de conhecer desde a estrutura do campus às dificuldades que irão enfrentar no decorrer da formação, além de participarem de oficinas e grupos de discussão voltados para interesses da profissão.



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